Agrupamento
Historial.
Em Outubro de 1970, Óbidos viu nascer um pequeno grupo de jovens que se propunham viver um novo ideal _ o ideal escutista _ incutindo aos outros jovens um
sabor diferente de viver e crescer tanto fisicamente como espiritualmente.
Foi com esse espírito que começou a crescer o Agrupamento 337, hoje 753.
Teve como Chefe de Agrupamento, Sr Padre Joaquim Venâncio; Chefe da 1ª Secção Maria de Fátima Rosa Leandro; Chefe de Grupo Mário Rui Leal Pedras; Chefe de Clã, José Rodrigues Machado.
A 10 de Julho de 1971 fizeram as suas primeiras Promessas.
O Agrupamento vem a extinguir-se em 1975 em Óbidos, por razões diversas, a mais forte foi a ausência de dirigentes por motivos profissionais, tendo a sua continuidade em Caldas da Rainha onde
ainda hoje existe.
Em 1982, depois de 7 anos de silêncio, surge de novo a febre do escutismo em Óbidos.
Jorge Neves que tinha sido um dos continuadores do 337 em Caldas da Rainha, vivendo agora em Óbidos, reúne consigo um grupo de 12 rapazes e com eles vai de novo a aventura. Em 1983 têm o seu primeiro
acampamento de verão, juntamente com o Agrupamento da Benedita e a 22 de Julho de 1984, esses aspirantes vêem chegar com alegria o dia das suas Promessas.
A Fundação efectiva do agrupamento 753 é realizada por fim por Ordem de serviço Nacional nº 404/85 de 28/02/1985.
Viver neste Agrupamento é aliciante, pois a maioria dos seus elementos sentem o escutismo por dentro e tentam transmitir isso a todos os que vivem ao seu redor: a comunidade, a família a
escola.
A história do 753 está no início.
Hoje conta com 97 elementos repartidos por 4 secções, lobitos, exploradores, pioneiros, caminheiros.
Sempre Alerta para Servir!
O Chefe do Agrupamento
Pedro Luis
Localização
Vila de Óbidos
Histórica Vila
Portuguesa, sede de concelho, Óbidos é como que um museu aberto, onde estão escritas páginas de história e se respira um ambiente medieval que faz pensar estar-se em tempos antigos.
Conquistada aos Mouros pelas tropas dos primeiro Rei Português, D. Afonso Henriques, em 1148, foi doada em 1210 por D. Afonso II à Rainha D. Urraca, e posteriormente doada à Rainha Santa Isabel pelo
seu marido, Rei D. Dinis, em 1281. Óbidos foi, até 1883, uma terra de rainhas, e talvez por isso tenha mantido o seu ambiente romântico e pitoresco tão bem preservado ao longo dos séculos.
As suas ruas estreitas, calcetadas, de casario branco com faixas coloridas e flores espalhadas por toda a terra, nomeadamente na fachada das casas, muros e portões, faz de Óbidos uma das mais alegres
vilas do País.
Do alto do seu Castelo, um dos exemplos mais perfeitos de fortalezas medievais em Portugal (tendo sido mesmo um dos candidatos às sete maravilhas do País), tem-se um lindo panorama sobre as áreas
circundantes, abençoadas pela natureza, funcionando no Castelo, hoje em dia, uma das mais conceituadas e prestigiadas Pousadas de Portugal.
Muitos locais de interesse existem nesta maravilhosa vila, como são exemplo a Capela de Nossa Senhora do Carmo, a Igreja de Santa Maria (provavelmente fundada no período visigótico, e transformada em
mesquita durante a ocupação árabe), a Igreja da Misericórdia, a Capela de S. Martinho, o Santuário do Senhor da Pedra (já fora das muralhas) e o interessante Museu Municipal que ostenta algumas das
grandes obras de arte de Josefa d‘Óbidos.
Dentro das muralhas, a Rua Direita é o coração comercial da cidade, onde se encontram os mais variados artigos artesanais regionais.
Corpo Nacional de Escutas Agrupamento 753 Óbidos

